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Alta da taxa de juros e tributos afetarão economia local Piracicaba - SP -23/01/2015

Angelo Frias Neto, presidente da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba), aponta a alta da taxa Selic, a terceira consecutiva, e os ajustes de tributos de importação e de crédito para o setor de cosméticos e para os combustíveis, anunciados nesta semana pelo Governo Federal para elevar a arrecadação a R$ 20,6 bilhões em 2015, como mais uma ação que deve afetar os setores do comércio, da indústria e de serviços. “O atual aumento de tributos e a expectativa de elevação para os próximos meses, com certeza, vão refletir na retração das atividades e na inibição do consumo, o que afeta diretamente o empresariado. Essas medidas serão mais um agravante para a estagnação da economia prevista para 2015, que cresceu muito pouco no último ano”, afirma Frias Neto.

 

O cenário econômico em 2014, marcado pela instabilidade, é ainda pior diante da elevação de 0,5 pontos percentuais da taxa Selic, que agora é de 12,25% – maior nível desde 2011 – , decidida em reunião pelo Copom na última quarta-feira (21). Essa notícia é mais uma medida que deve preocupar a classe empresarial: “O aumento da taxa básica de juros, considerado contrário ao desenvolvimento no Brasil, deve retrair investimentos, diminuir a competitividade e piorar a expectativa de empresários em todo o País. Além disso, é unanimidade entre as entidades comerciais que valeria mais os cortes de gastos para controlar a inflação e gerar receita do que aumentar os juros e tributos. O governo vem tomando medidas visando o equilíbrio da máquina pública nos últimos meses, o que culminou na necessidade de aumentar a taxa de juros. Conforme afirma Paulo Rabello de Castro em seu livro 'O Mito do Governo Grátis', quem paga a conta é sempre a sociedade”, aponta o presidente da Acipi.

 

Apesar de o Governo Federal afirmar que, ao longo do ano, haverá enfraquecimento das taxas, esses anúncios indicam que a inflação em 2015 subirá, com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ultrapassando o teto de 6,50%. Os cálculos indicam uma taxa de 7%, o que representa um aumento de 2,5% se comparado ao que é considerado aceitável pelo Banco Central: 4,5%.

 

Na mesma linha crítica de análise de Angelo Frias Neto, o presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Rogério Amato afirma que: “A elevação da Selic em 0,5 ponto percentual, embora de acordo com as perspectivas do mercado financeiro, afigura-se como equivocada, considerando-se o baixo nível das atividades econômicas e a forte desaceleração do consumo. Deve-se ressaltar que a elevação do IOF para as pessoas físicas, bem como o aumento de tributos e tarifas poderão agravar a desaceleração em curso. Além disso, os custos das empresas e os investimentos serão afetados negativamente, comprometendo ainda mais o crescimento da economia”.

 

Entre os principais aumentos do pacote de tributos, anunciado recentemente pelo Governo, está a elevação do IOF (Imposto sobre Operação de Crédito), dos tributos sobre produtos importados, do PIS/Cofins e o retorno da Cide (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico): esses dois últimos incidem diretamente sobre o preço dos combustíveis. 

 

Mesmo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, descartando o termo “pacote de medidas” ou “saco de maldades”, é fato que as alterações tributárias e o aumento da taxa básica de juros serão negativos ao consumidor e, consequentemente, ao empresariado.  

 

Reflexo no comércio

De acordo com projeções Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a alta da Selic em 0,5% indica que os juros cobrados no comércio e repassados aos consumidores subam 0,81%, chegando a 77,34% ao ano. Já a taxa de juros do cartão de crédito devem ser responsáveis por 1,55% de aumento. A situação é ainda pior no caso do cheque especial: os juros cobrados pelos bancos passarão de 178,80% para 180,03% ao ano. Para as empresas, a alta da Selic representará um aumento de 0,6% nos juros para capital de giro.  

 

Gaspar Maurício, gestor da loja Multi Coisas – Centro, afirma que a expectativa para 2015 é de um ano complicado para as vendas: “Encerramos 2014 descontentes com os resultados. Foi um ano de muita oscilação nas vendas, ficando abaixo do esperado em vários meses. Em 2015, a situação não deve ser diferente, ainda mais com o aumento na carga de tributos e alta de juros. Além de todos os outros impostos, com a volta da Cide teremos um custo maior com os fretes, os quais, infelizmente deverão ser repassados ao consumidor”.

 

Maurício também se preocupa como consumidor. “Além de estar receoso com a economia em 2015 como gerente de uma empresa, estou preocupado como cidadão. A situação já está difícil e com esses aumentos, tende a fica ainda pior”, diz o gestor.

 

Neste cenário, Frias Neto relembra o discurso do atual Governo Federal em época de eleições: “Novamente o governo retirando a capacidade de investimentos da sociedade e travando o desenvolvimento do país. 'A Vaca Tossiu'“, enfatiza o presidente.

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Escopo da Certificação
Representação dos associados, incentivo ao desenvolvimento na prestação de serviços, por meio da realização de cursos, palestras, treinamentos, gestão de crédito, locação de salas e auditório, convênios na área de saúde, educação e financeira, assessoria empresarial, programa de benefícios e eventos empresariais de interesse coletivo dos associados.

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